JOEL:
saúde, alegrias e bons dias!
Antes de mais nada, obrigado pelas colaborações sempre enviadas à coluna e, aproveitando a oportunidade, quero te convidar (e a todas as pessoas que são relacionadas à você) para aparecer, se possível, no Botequim Colonial 69 do Shopping Neumarkt, no próximo dia primeiro de dezembro, a partir das 18 horas (o horário é livre), no encontro informal dos leitores da Coluna do Horácio. Não tem programação fixa, não tem estresse e não tem crise. A festinha vai ser só de confraternização e alegria, e ficaria muito honrado em poder trocar algumas idéias contigo.
No mais, obrigado por tudo e um abração.
Horácio Braun
VALEU, HORÁCIO.
OBRIGADO PELA LEMBRANÇA.
Músicas, informações, opiniões, charges, imagens, política, humor, vídeos, críticas... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Mande sua contribuição para o email/msn => rapidas.indaial@yahoo.com.br
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Pense
"Poucos aceitam o fardo da própria vitória; a maioria desiste dos sonhos quando eles se tornam possíveis."
Paulo Coelho
Paulo Coelho
A mula
Seu Pedro pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Pedro:
- O senhor não disse na hora do acidente: Estou muito bem?
Ele responde:
- Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete...
- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado - Só responda à pergunta:
O senhor não disse na cena do acidente: Estou muito bem?
- Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente e isso é uma fraude.
-Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta?
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Pedro e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Pedro agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu estava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick-up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu estava muito ferido e não podia me mover. De qualquer forma, podia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, eu pude perceber que o estado dela era muito ruim.
Logo após o acidente, o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela, ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então, o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse:
Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. Como o senhor está se sentindo? O que o Sr. falaria, meritíssimo ??
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Pedro:
- O senhor não disse na hora do acidente: Estou muito bem?
Ele responde:
- Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete...
- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado - Só responda à pergunta:
O senhor não disse na cena do acidente: Estou muito bem?
- Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente e isso é uma fraude.
-Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta?
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Pedro e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Pedro agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu estava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick-up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu estava muito ferido e não podia me mover. De qualquer forma, podia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, eu pude perceber que o estado dela era muito ruim.
Logo após o acidente, o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela, ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então, o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse:
Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. Como o senhor está se sentindo? O que o Sr. falaria, meritíssimo ??
sábado, 18 de novembro de 2006
Pense
"A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança." (Minuto de Sabedoria)
Frase
Presente Inusitado
- O que você gostaria de ganhar de Natal? pergunta a mãe para a filha de sete anos.
- Um preservativo.
- Preservativo?!
- É que eu já tenho cinco bonecas e não quero ter mais nenhuma!
- Um preservativo.
- Preservativo?!
- É que eu já tenho cinco bonecas e não quero ter mais nenhuma!
Artigo
A PRUDENTÍSSIMAPercival Puggina
Não temos tido muita sorte com primeiras-damas. Dª. Rosane Collor lembrava aquelas peças decorativas que a gente muda de lugar uma porção de vezes até perceber que ela não consegue decorar nada e põe no armário da garagem. Itamar nos deixou sem madrinha. Entrou solito e saiu avulso, pois é do tipo que faz as moças perderem tempo; quem arrastou a asa para aquele lado virou titia.
Fernando Henrique e sua patroa deram a impressão inicial de que iriam melhorar bem o escore palaciano. Não chegavam a ser um Casal 20, mas tudo indicava que com um pouco de boa vontade alcançariam uns 15 ou 16. A primeira-dama tinha jeito sério, dedicada atuação social, formação acadêmica e idéias próprias. E foi exatamente aí que começaram os problemas porque, de repente, Dª. Ruth passou a usar essas idéias para fazer frases. Quando a sociedade combatia as drogas ela defendia a legalização da maconha. Quando o Papa estava para chegar ela menosprezava sua influência. Quando lhe perguntavam sobre aborto ela se saía com o mantra de que “a mulher é dona do próprio corpo”, como se o feto fosse um quisto ou uma secreção fisiológica. Ou como se a propriedade de um bem (terra, prédio, empresa) assegurasse ao titular o direito de fazer qualquer coisa com o que lhe pertença. Suas frases de efeito tinham sempre efeito contrário. Era mais ou menos o que fazia a Magda (aquela, do “cala a boca, Magda!”), mas a Magda era engraçada, ao passo que Dª. Ruth acabava parecendo um Serjão de tailleur.
Dona Marisa Letícia é um caso à parte. Não fala, não escreve e não faz coisa alguma, com visível prazer. A vida lhe deu uma bela limonada e ela prefere que seja com água Perrier. Seu marido é um partidão (essa foi bem sacada!) e madame sabe que é assim. Botou uma estrela no jardim, outra no peito e não sai de perto. Aliás, a maior dificuldade de fotógrafos e cinegrafistas é conseguir uma imagem do presidente sem que a patroa apareça junto. É uma mulher que conhece o seu lugar. E o ocupa por inteiro. Os guarda-costas guardam as costas e ela o lado direito. Toma conta do marido, no que está certa, mas privatizou o presidente, o que já uma demasia, até para uma mulher prudente. Tão prudente que, por via das dúvidas, enquanto o marido preside o Brasil, pediu e conseguiu cidadania italiana. Se é que me entendem.
sábado, 11 de novembro de 2006
Justificando
Em razão do horário de verão, este blog está sendo atualizado nas coxas, assim que possível voltará ao normal.
A preguiça não é fácil.
Abraço e bom final de semana.
A preguiça não é fácil.
Abraço e bom final de semana.
Correr mais...
Dois advogados estavam caçando quando já dentro da selva um leão os surpreende e, sem condições de reagir, um deles imediatamente começou a tirar os sapatos.
- Por que você está tirando os sapatos?- pegunta um deles.
- Descalço eu posso correr mais rápido! - responde o outro.
- Que bobagem! Não importa o quanto você pode correr, você nunca vai conseguir correr mais que o leão!
- Eu não preciso correr mais que o leão, só tenho que correr mais que você.
- Por que você está tirando os sapatos?- pegunta um deles.
- Descalço eu posso correr mais rápido! - responde o outro.
- Que bobagem! Não importa o quanto você pode correr, você nunca vai conseguir correr mais que o leão!
- Eu não preciso correr mais que o leão, só tenho que correr mais que você.
Frase
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Pense
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original"
Albert Einstein (1879-1955), cientista alemão
Albert Einstein (1879-1955), cientista alemão
domingo, 5 de novembro de 2006
Pense
"A sociedade não é mais do que o desenvolvimento da família: se o homem sai da família corrupto, corrupto estará para a sociedade."
Henri Dominique Lacordaire
Henri Dominique Lacordaire
sábado, 4 de novembro de 2006
Frase
Fábula
Fábula ModernaAutoria do texto: Ronald Reagan
Uma galinha achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:
“Se plantarmos este trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?”
“Eu não”, disse a vaca.
“Nem eu”, emendou o pato.
“Eu também não”, falou o porco.
“Eu muito menos”, completou o bode.
“Então eu mesma planto”, disse a galinha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e madureceu em grãos dourados.
“Quem vai me ajudar a colher o trigo?”, quis saber a galinha.
“Eu não”, disse o pato.
“Não faz parte de minhas funções”, disse o porco.
“Não depois de tantos anos de serviço”, exclamou a vaca.
“Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego”, disse o bode.
“Então eu mesma colho”, falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.
Finalmente, chegou a hora de preparar o pão. “Quem vai me ajudar a assar o pão?” indagou a galinha.
“Só se me pagarem hora extra”, falou a vaca.
“Eu não posso por em risco meu auxílio-doença”, emendou o pato.
“Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão”, disse o porco.
“Caso só eu ajude, é discriminação”, resmungou o bode.
“Então eu mesma faço”, exclamou a pequena galinha. Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse: “Não! Eu vou comer os cinco pães sozinha”.
“Lucros excessivos!”, gritou a vaca.
“Sanguessuga capitalista!”, exclamou o pato.
“Eu exijo direitos iguais!”, bradou o bode.
O porco, esse só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo “Injustiça” e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.
Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha: “Você não pode ser assim egoísta”
“Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor”, defendeu-se a galinha.
“Exatamente”, disse o funcionário do governo. “Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada”.
E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha, que sorriu e cacarejou: “eu estou grata”, “eu estou grata”.
Mas os vizinhos sempre se perguntavam por que a galinha nunca mais fez um pão.
Essa fábula deveria ser distribuída e estudada em todas as escolas brasileiras.
Quem sabe assim, em uma ou duas gerações, sua mensagem central pudesse tomar o lugar de toda essa papagaiada pseudo-socialista que insiste em assombrar nosso país e condená-lo à eterna miséria.
Doador
Jacó doou 1/2 litro de sangue para um milionário que tinha um tipo de sangue raro, aí, em retribuição o milionário mandou seu motorista entregar na casa do judeu uma caixa com a chave de uma BMW.
Meses depois o milionário volta ao hospital e precisa de mais sangue, urgente, manda avisar para o judeu. Jacó mais que depressa foi ao hospital, daí o médico disse que ía precisar de 1 litro.
Sem pestanejar, Jacó falou:
- Pode tirar o que quiser, tire logo 3 lítros.
E assim foi feito, dias depois o motorista do milionário bateu na porta de Jacó e entrega uma caixa, que este abre correndo encontrando, para a sua decepção apenas 3 míseras esfihas.
Jacó ficou tão indignado que foi cobrar do milionário uma explicação.
Disse que na primeira vez, doou 1/2 litro e ganhou uma BMW, na segunda 3 litros e ganhou 3 esfihas, queria saber por que.
O milionário calmamente respondeu:
Você esqueceu que agora eu tenho sangue de judeu ?!?!
Meses depois o milionário volta ao hospital e precisa de mais sangue, urgente, manda avisar para o judeu. Jacó mais que depressa foi ao hospital, daí o médico disse que ía precisar de 1 litro.
Sem pestanejar, Jacó falou:
- Pode tirar o que quiser, tire logo 3 lítros.
E assim foi feito, dias depois o motorista do milionário bateu na porta de Jacó e entrega uma caixa, que este abre correndo encontrando, para a sua decepção apenas 3 míseras esfihas.
Jacó ficou tão indignado que foi cobrar do milionário uma explicação.
Disse que na primeira vez, doou 1/2 litro e ganhou uma BMW, na segunda 3 litros e ganhou 3 esfihas, queria saber por que.
O milionário calmamente respondeu:
Você esqueceu que agora eu tenho sangue de judeu ?!?!
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
Claudio Humberto
Cubana
Fidel sofre um enfarte, e a família o leva ao hospital. O médico diz:
- Não há esperança!
O irmão pergunta:
- Ele vai morrer?
- Não. Vai continuar vivo.
- Não há esperança!
O irmão pergunta:
- Ele vai morrer?
- Não. Vai continuar vivo.












































