domingo, 26 de agosto de 2007

Charge do Roque




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Música da semana

Pense

"Até um relógio parado está certo duas vezes por dia. Após alguns anos, pode vangloriar-se de uma longa série de sucessos."
Marie Von Ebner

Frase

"O que estamos vendo com o senhor Marco Aurélio Garcia, com Renan Calheiros, e que vimos com José Dirceu, é a prova de que esse governo é que não gosta de democracia."
Deputado Onyx Lorenzoni, líder dos Democratas, em resposta a Lula ao dizer que "estão brincando com a democracia"

Está explicado

Charge do Roque (2)



Lotação esgotada

Sempre ele

A professora pergunta ao Joãozinho:
- Quantos ovos uma galinha pôe por dia?
- Não sei, fessora.
E com ironia ela diz:
- Te peguei.
Ele também faz uma pergunta:
- Fessora, quantas tetas tem uma porca?
- Não sei.
- Viu, tu me pega pelos ovos que eu te pego pelas tetas!!!

Coice

Charge do Roque (3)





Dicas da Dra. Shirley

Afugentando as formigas
Coloque pedaços de limão murchos pela casa.
Elas desaparecerão.

Limpando os sapatos de camurça
Esfregue miolo de pão para limpar sapatos de camurça.

Retire manchas de ferrugem
Esfregue suco de limão e água morna.

Manchas de tinta de caneta esferográfica
Use spray de cabelo para tirar as manchas de tinta esferográfica de roupas.

Do sexo a terremotos: O que causa um ataque cardíaco?

A raiva pode desencadear um ataque cardíaco. Porém ficar doente, sentir muito calor, muito frio, poluição atmosférica, falta de sono, tristeza, excesso de comida, desastres naturais, exercícios e sexo também podem.

Em realidade, simplesmente acordar pela manhã é a pior coisa se você está tentando evitar um ataque cardíaco.

Ataques cardíacos, derrames e paradas cardíacas aparecem repentinamente, mas na verdade a maioria deles ocorre logo após acordar pelas manhãs, de acordo com a publicação de julho de 2007 do Harvard Heart Letter.

Antes de acordar nosso organismo libera hormônios do estresse na corrente sanguínea para nos dar energia para sair da cama, mas isso afeta levemente o coração. Essa injeção pode causar um evento cardíaco se as artérias estiverem cheias de placas ricas em colesterol.

A desidratação que normalmente ocorre depois de uma noite de sono também coloca em risco o sistema circulatório comprometido pelas placas. Os medicamentos para o coração também esvaem do corpo durante a noite.

Um rompante de raiva pode aumentar as chances de haver um ataque cardíaco 14 vezes durante duas horas.

Esforço extenuante como correr ou remover a neve pode ser um desencadeador, mas é muito mais difícil de ocorrer em pessoas que se exercitam regularmente, portanto estar em forma é o conselho dos autores.

Doenças infecciosas como pneumonia e gripe também pode causar ataques cardíacos e derrames.

O fato é que a maioria das pessoas dorme muito pouco, acorda, faz amor, remove a neve, come muito, superaquece, briga e pegam gripe sem ter ataques cardíacos.

“No entanto, sabendo o que pode iniciar ataques, derrames ou paradas cardíacas pode ajudar a evitar ou diminuir sua intensidade”, o artigo afirma.

Fonte: Tecnocientista

Tristeza sem fim

Charge do Roque (4)




Infraero é alvo de mais de 80 processos no TCU desde 2003


Não bastasse a crise no setor aéreo, que inclui panes, acidentes e mortes, as autoridades envolvidas, como a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária, ainda encontram espaço para cometer irregularidades. É o que vem apontando diversas auditorias do Tribunal de Contas da União desde o início da gestão do ex-presidente da Infraero, Carlos Wilson.
Para ler mais, clique aqui.

Milagre


Artigo

NÃO LEIAM EM SALAS DE AULA
Percival Puggina

Nosso sistema de governo, tenho os dedos cansados de escrever, concede aos demagogos uma vantagem que se amplia à medida que avança o processo de urbanização e nos tornamos, cada vez mais, uma sociedade de massa. O presidente da República, eleito e reeleito, é craque no uso de tais facilidades. Há muito tempo integra a corte dos privilegiados. Prosperou longe de toda atividade produtiva e declara um patrimônio que o coloca no topo da pirâmide das classes de renda. Usa ternos Armani e cerca-se de itens de consumo sofisticado. Mas tanto para o mercado eleitoral interno quanto para efeitos externos, Lula é povão. As pessoas olham-no ele e vêem o torneiro-mecânico que há quatro décadas deixou de ser. Como é possível? O mendigo vira príncipe e passa a usufruir tanto dos créditos devidos à realeza quanto da caridade suscitada pela pobreza?

Creio que a explicação desse fenômeno está no poder da linguagem. Dispensado, desde muito cedo, do suor do rosto para o ganho do pão, Lula poderia ter feito o mesmo que fizeram outros homens públicos do país, com origem igualmente pobre, enfrentando dificuldades superiores: cometeram a tolice de estudar, aprenderam a conjugar verbos, queimaram pestanas em leituras, captaram as sutilezas das concordâncias e das regências. Lula, ao contrário, sempre quis distância das salas de aula e dos livros. Percebeu que o linguajar que empregava, num país como o nosso, era um de seus principais patrimônios políticos. Trocá-lo pela língua culta seria sepultar sua carreira.

Ademais, tivesse estudado, teria aplicado a inteligência, que tem como dom natural, para coisas pequeno-burguesas como a busca da verdade e a construção do raciocínio lógico. Lula era muito inteligente para cair nessa. Ao continuar falando como torneiro-mecânico imigrante nordestino ele pavimentou os caminhos da comunicação que o fariam presidente do Brasil.

Quando compreendemos isso, podemos entender o que ele disse no dia 2 de agosto, quando comparou o setor aéreo nacional a um cão com muitos donos, que morre de fome porque ninguém cuida. O leitor destas linhas sabe que o autor da frase é o próprio dono do cão. Compreende que ele é o responsável pelo bicho. Percebe que Lula inverte os lados da relação e se apresenta como se ele fosse o cão e não o dono do cão. Esta não é a primeira, nem a segunda, nem a décima vez que faz a mesma coisa. “Mas isso quem tem que dizer sou eu, não tu!”, penso, sempre que ele aborda erros do governo como se o presidente fosse qualquer outra pessoa.

O fato, porém, é que a estratégia de assinar o próprio alvará de soltura mediante confissões de que foi traído pelo que outros “fizero”, de que não sabia, e de que a administração é um cão sem dono, tem funcionado esplendidamente numa sociedade como a nossa.