
VIOLÊNCIA DO MST TORNA-SE TEMA DA CAMPANHA
Episódio da Câmara desperta medo no país inteiro
O que a corrupção não fez, a violência do MST na Câmara conseguiu: expor os riscos da reeleição de Lula. Motivo: políticos e formadores de opinião que se acomodaram com os favores do governo agora estão com medo. Temem que os setores radicais do PT – até agora mantidos a uma distância prudente do poder e conformados com as verbas milionárias do Incra – assumam parcela considerável do Governo.
Os grupos radicais do PT – que se conformavam com a impossibilidade de adaptação do Brasil ao regime de Fidel (o Brasil é muito grande, Cuba é muito pequena, o figurino não cabe) – exigem que Lula adote o modelo venezuelano de Chávez.
A invasão da Câmara foi um aviso: como consideram certa a reeleição de Lula, os radicais estão apresentando previamente suas faturas por serviços prestados.
Resta à Oposição demonstrar o risco que a reeleição de Lula representa, por conta da violência política que vem junto, um retrocesso político para o País. Esse retrocesso é agravado pela corrupção, típica dos regimes populistas.
O “companheiro Bruno Maranhão” – como o Presidente o chama – prestou um serviço à democracia brasileira demonstrando o “risco reeleição”, o fator que derrotará Lula.

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